domingo, 11 de maio de 2008


DIA DAS MÃES

Minha mãe,
tu és remédio pra todos os males meus.
És alento no meu tédio,
És obra-prima de Deus!

Tantas mães daqui partiram,
Mas imortais se tornaram.
Nos seus filhos que sorriram
Quando delas se lembraram.

Porque mãe jamais se vai,
A sua presença é constante.
Quando o filho chora ou cai,
Viva ou não, ela garante.

É garantia permanente
Nas quedas, nos apogeus.
O filho sempre a pressente,
Seja na Terra ou com Deus.

A ti, mãe querida,
Vão estas linhas traçadas.
Tu és o grito da Vida
Nas vidas eternizadas.

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